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Gig economy: o arranjo alternativo de trabalho que você precisa ficar de olho

8 min de leitura

Publicado em 19/05/22

Atualizado em Maio 30, 2022

Quem atua na área de RH sabe que o mercado tem passado por uma série de transformações. É justamente nesse contexto, marcado por novas formas e modelos de trabalho, que o conceito gig economy ganha força. 

Se você ainda não ouviu falar sobre essa tendência, é preciso ficar de olho. Afinal, o movimento gig impacta cada vez mais o dia a dia das empresas, estabelecendo-se como uma das alternativas às relações convencionais de trabalho. 

Quer saber mais sobre a gig economy e suas implicações para a gestão de pessoas e os negócios? Então, siga com a leitura!

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O que é gig economy? 

Conhecido também como economia sob demanda, o termo gig economy está associado às novas relações de trabalho que vêm sendo construídas ao longo dos últimos anos. 

Ele diz respeito a um arranjo alternativo de trabalho, marcado principalmente pelo dinamismo e pela flexibilidade. Na gig economy, os profissionais atuam de forma autônoma, realizando serviços pontuais com duração previamente estabelecida, para uma ou mais empresas. 

Estão inseridos no grupo dos profissionais gig (ou Gig Workers) os freelancers (autônomos) e os prestadores de serviços. 

A gig economy veio para ficar? 

Apesar desse modelo de trabalho — mais flexível — não ser exatamente uma novidade, houve um boom de profissionais gig nos últimos anos, principalmente em decorrência das mudanças provocadas pela transformação digital no mundo dos negócios. 

Um relatório divulgado pela Workana, plataforma voltada para o trabalho freelancer e remoto, revelou que 97,4% dos seus clientes estão convencidos de que o trabalho freelancer continuará crescendo nos próximos anos. 

O levantamento mostrou, ainda, que mais de 40% dos entrevistados começaram a trabalhar com freelancers porque precisavam de apoio externo para focar no core business dos seus negócios. 

Além disso, 38% dos participantes contratam prestadores de serviços para complementar suas equipes em projetos pontuais, assim como para trocar experiências e estimular a criatividade no trabalho com base em insights e ideias compartilhados. 

Quais são as vantagens desse novo arranjo de trabalho? 

A gig economy pode ser benéfica tanto para os profissionais como para as companhias. 

Para os Gig Workers, por exemplo, ela possibilita:

  • diferentes fontes de renda, já que o profissional tem autonomia para prestar serviços para mais de uma empresa;
  • jornada flexível, o que atrai principalmente profissionais que priorizam o emprego remoto e prezam por maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional. 

Já para as organizações, a gig economy viabiliza a contratação de freelancers e prestadores de serviços altamente qualificados, para lidarem com demandas específicas e mais pontuais. 

Aliás, quando se trata de projetos pontuais, a possibilidade de contar com um profissional qualificado e que atue sob demanda pode ser mais vantajosa do ponto de vista financeiro em comparação com o modelo de contratação tradicional.  

Quais cuidados o RH precisa tomar ao contratar profissionais sob demanda? 

De olho na constante evolução no mundo do trabalho, empresas de todos os setores apostam em novos arranjos, como a contratação freelancer ou de prestadores de serviços, em vez de se fixarem apenas no modelo tradicional. 

Mas, para que as parcerias em tal formato sejam bem-sucedidas, é fundamental que as organizações — em especial o RH — fiquem atentas às regras para esse tipo de contratação. O apoio do departamento jurídico, nesse caso, é imprescindível para evitar riscos aos negócios. 

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que, diferentemente dos moldes tradicionais, nos quais os funcionários são contratados em regime CLT, na gig economy não há vínculo empregatício. 

Portanto, a abordagem da empresa deve ser outra.

  • Jamais dê ordens diretas ou controle diretamente a forma como os serviços são prestados — isso inclui estabelecer um horário específico para a execução do trabalho;
  • Só aplique sanções se houver quebra de contrato. 

Para além dos riscos trabalhistas, há outros aspectos importantes que precisam ser considerados ao longo da parceria.

  • Exposição de informações confidenciais da empresa por parte do fornecedor;
  • Falta de histórico de negociações e ausência de controle de documentos e certificações;
  • Contratação de fornecedores ou empresas fantasmas, que emitem notas e boletos falsos;
  • Interrupção inesperada de serviços;
  • Pouco controle de números, gastos, visão macro e provisão de custos no longo prazo. 

A fim de evitar esses e outros problemas graves, é fundamental uma gestão otimizada e cuidadosa de toda a sua força de trabalho, incluindo autônomos e prestadores de serviços. 

Isso pode ser feito com um sistema de governança completo, que centralize todas as informações referentes à contratação de fornecedores em um único lugar, além de gerenciar toda a documentação devida, de modo a assegurar o cumprimento das leis vigentes. 

Para proteger sua empresa em todas as etapas de contratação sob demanda, apresentamos a Talent Solutions TAPFIN, linha de negócios do ManpowerGroup. Atuamos com base em quatro pilares principais:

  • gestão de profissionais que fazem parte da gig economy;
  • controle de custos;
  • inteligência de dados;
  • gestão de riscos. 

No contexto da gig economy, contar com a solução certa é essencial para fazer a gestão estratégica e cuidadosa de fornecedores e prestadores de serviços. Com a TAPFIN, você poderá atuar com tranquilidade e foco total nos resultados do seu negócio, já que o controle sobre essa demanda ficará a cargo de quem realmente entende do assunto. 

Quer aproveitar todas as vantagens da gig economy sem que isso represente um risco para sua empresa? Então, conheça agora mesmo a Talent Solutions TAPFIN.

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