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7 erros no recrutamento de TI e como evitá-los

Escrito por ManpowerGroup Brasil | 05/10/22

Não é de hoje que os empregadores têm enfrentado desafios significativos quando o assunto é o recrutamento de TI. Para se ter uma ideia, a dificuldade em encontrar profissionais com habilidades específicas é um problema que atinge 79% das empresas do setor. 

Este dado, que faz parte da nossa Pesquisa de Escassez de Talentos, evidencia a necessidade de abordagens estratégicas na contratação. No entanto, muitas organizações ainda cometem deslizes que afastam as melhores pessoas candidatas. 

É exatamente sobre esses erros comuns e as melhores estratégias para evitá-los que vamos falar ao longo deste artigo. Siga em frente com a leitura e fique por dentro! 

1. Falta de conhecimento do mercado de tecnologia

O recrutamento de TI tem algumas particularidades e, para dominá-las, é importante conhecer o mercado e acompanhar de perto as tendências da área.  

Por exemplo: já faz algum tempo que este setor lidera as posições mais difíceis de serem preenchidas no Brasil, com um número de vagas superior à quantidade de profissionais disponíveis para ocupá-las.  

Não por acaso, a última Pesquisa de Escassez de Talentos também revelou que as habilidades técnicas de TI e Dados ocupam a posição número 1 das hard skills mais difíceis de serem encontradas pelos empregadores. 

Juntos, esses fatos apontam para o seguinte: para conseguir contratar bons profissionais de TI, é preciso ir além do recrutamento tradicional e adotar outras estratégias, como o Hunting — técnica de R&S que se baseia na busca ativa por pessoas candidatas. 

2. Demorar em contatar ou dar retorno para o candidato

Uma das consequências da escassez de profissionais de TI é o aumento da competitividade entre as empresas pelos melhores profissionais.  

Trata-se de um cenário tão fora da curva que os talentos da área tech nem precisam procurar emprego. Eles costumam ser constantemente abordados pelas organizações, mesmo quando não estão em busca de uma nova oportunidade.  

Ou seja, quanto mais você demorar em contatar um candidato ou oferecer retorno sobre o andamento do processo seletivo, maiores serão as chances de que o perca para outras empresas. No recrutamento de TI, a agilidade é fundamental. 

3. Vagas sem descrição objetiva

Não dar a devida importância para a descrição de uma vaga é um daqueles erros que podem comprometer significativamente a qualidade do processo seletivo, além de gerar retrabalho para o time de RH.  

Quanto mais claro e completo for o job description, maiores serão as suas chances de atrair talentos realmente compatíveis com o perfil da posição. 

Portanto, não deixe de especificar quais são as habilidades técnicas e comportamentais, bem como as qualificações e experiências que o profissional deve ter para concorrer ao emprego. 

Oferecer detalhes sobre a função, a remuneração, os benefícios e a cultura organizacional também faz a diferença. 

4. Conduzir um processo seletivo com muitas etapas

Você sabia que boa parte dos candidatos prefere participar de processos seletivos mais objetivos?   

De fato, cerca de 30% dos candidatos ideais para as vagas de emprego acabam desistindo no meio do caminho, e um dos principais motivos para isso é justamente o excesso de etapas no processo de recrutamento e seleção. 

Por mais que a realização de algumas fases do R&S sejam superimportantes, como os testes e as entrevistas, é fundamental ter bom senso e prezar pelo equilíbrio para não desestimular as pessoas candidatas. 

Outro detalhe: como mencionamos antes, é altamente provável que esses candidatos estejam sendo abordados por várias empresas simultaneamente. Ao prolongar excessivamente o processo, você arrisca perdê-los para outras organizações. 

5. Avaliar apenas as competências técnicas

Para uma contratação ser bem-sucedida, não basta avaliar os conhecimentos técnicos dos candidatos. Estar atento ao fit cultural, ou seja, a aspectos que mostram se o profissional tem conexão com a cultura da empresa, é igualmente importante. 

De nada adianta contratar uma pessoa que domine tudo de desenvolvimento, mas que não se sinta conectada com os valores e o propósito da companhia. Com o tempo, esse desalinho pode fazer com que ela se sinta desmotivada, levando-a até mesmo a pedir demissão. 

Vale lembrar que, por mais que a área de TI seja bastante técnica, as habilidades comportamentais, ou soft skills, seguem sendo indispensáveis para quem atua nela. Não é à toa que elas vêm sendo priorizadas pelas organizações. 

Contar com talentos que saibam se comunicar, trabalhar em equipe e se adaptar rapidamente às mudanças do mercado impactará diretamente na qualidade do trabalho. Por isso, esse é um aspecto que também deve ser avaliado no R&S. 

6. EVP incompatível com o mercado

Com inúmeras oportunidades de trabalho batendo à porta, os profissionais de TI podem escolher onde e como trabalhar. Sendo assim, saem na frente as empresas que contam com um Employee Value Proposition realmente atrativo. 

Importante estratégia de engajamento, o EVP abrange muito mais que o salário e os benefícios oferecidos pelas companhias. Outros pontos que podem ser considerados são as oportunidades de desenvolvimento e atributos associados à cultura organizacional. 

O segredo para acertar é entender o que os profissionais de TI realmente querem. Já é de conhecimento do mercado, por exemplo, que a flexibilidade para trabalhar remotamente é bastante valorizada — e quase que unanimidade — nesta área. 

Além disso, por se tratar de um segmento em constante evolução, esses profissionais também valorizam organizações que investem em T&D e na aquisição de tecnologias de ponta. O reconhecimento e a remuneração competitiva completam a lista de prioridades. 

7. Subestimar o poder da marca empregadora

Já sabemos que grande parte dos profissionais de tecnologia tem poder de escolha. Isso significa que, quanto mais a sua empresa for reconhecida no mercado como um bom lugar para se trabalhar, maiores serão as chances de atrair os melhores talentos de TI. 

Se você sente que sua organização ainda precisa evoluir nesse aspecto, é fundamental adotar práticas eficazes para fortalecer sua marca empregadora. 

Manter uma comunicação aberta e transparente com os colaboradores, promover uma cultura organizacional positiva e investir em iniciativas de responsabilidade social corporativa são alguns exemplos do que pode ser feito. 

O poder do recrutamento e seleção de TI

Como vimos até aqui, o recrutamento de TI demanda estratégia e até mesmo o domínio de técnicas específicas. Por esse motivo, muitas empresas precisam de apoio consultivo e especializado para encontrar os talentos certos com agilidade. 

É por entender os inúmeros desafios que as organizações encontram nesta frente que o ManpowerGroup conta com uma linha de negócios especializada em Hunting de profissionais de TI: a Experis. 

A Experis conta com um conjunto de soluções ágeis para a área de tecnologia, que incluem desde o recrutamento e a seleção de talentos temporários ou permanentes até aconselhamento e orientação sobre as competências necessárias para os talentos tech. 

Nossa equipe de consultoria está diariamente conectada com as comunidades e os canais de Tecnologia, mantendo-se atualizada, fazendo mapeamento constante e construindo pontes. Dessa maneira, se torna especialista em compreender qual é o profissional ideal para cada vaga. 

Conheça as soluções de recrutamento de TI da Experis e saia na frente na busca por profissionais com as habilidades certas. Caso queira saber mais, preencha o formulário abaixo e receba o contato do time de atendimento.