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Segunda graduação: quando é interessante ter mais um diploma? | Blog ManpowerGroup

Escrito por ManpowerGroup Brasil | 29/11/18

Fazer um curso universitário é o sonho de muitas pessoas. Contudo, apesar de ser uma conquista prazerosa, um diploma exige dedicação, suor e perseverança. Por isso, ao considerar uma segunda graduação, o primeiro passo é ter certeza do que se quer. A escolha por um novo curso não é incomum. São muitos os motivos que levam alguém a pensar nessa opção. Desde uma insatisfação com a área de atuação escolhida a um desejo de promoção dentro da empresa em que já trabalha. Se você está pensando em realizar uma segunda graduação, continue a leitura deste post e tentaremos ajudá-lo a descobrir qual direção será a melhor para sua carreira!

O que considerar ao pensar em novos rumos para a vida profissional?

Quando se pensa em dar continuidade aos estudos, o objetivo almejado precisa estar bem delineado para que não haja arrependimentos futuros. Um bom profissional nunca deixa de estudar, pois o mercado está em constante mudança e evolução, exigindo atualizações daqueles que desejam progredir.

No entanto, as opções que auxiliam uma pessoa nesse sentido são diversas. Entre elas estão a pós-graduação, que permite uma maior especialização em um determinado segmento, e um novo curso universitário, que poderá ampliar os conhecimentos em várias direções.

Assim sendo, se faz necessária uma análise criteriosa dos prós e dos contras de cada alternativa. Além disso, é preciso avaliar a situação em que se encontra (financeira, emocional, energia física, disposição mental etc.), pois o autoconhecimento é de suma importância em momentos decisivos da vida.

Outro ponto a ser considerado é o tempo de curso. As pós-graduações e os mestrados, por exemplo, costumam durar em média dois anos. Esse período é a metade de uma graduação, ou nem isso, a depender da área, já que a duração pode chegar a cinco anos.

Desemprego

A dificuldade em encontrar uma colocação profissional na área escolhida pode levar muitos a considerar uma segunda graduação. Em épocas de crise, muitas empresas deixam de realizar contratações e chegam a demitir parte do quadro de funcionários.

Com isso, a procura por um novo emprego pode ser cansativa. A experiência de enviar currículos para várias oportunidades e esperar pelas respostas, ou participar de processos seletivos e não ser contratado(a) é um tanto chata e tem a capacidade de diminuir a motivação de muitos candidatos.

Contudo, se esse é o seu caso, vale a pena esperar e tentar buscar outras alternativas que não sejam tão impactantes quanto um novo curso universitário, como um emprego temporário ou o trabalho por conta própria, ainda mais se você gosta da área em que se formou.

Em quais situações uma segunda graduação é ideal?

Ter uma segunda graduação pode ser um diferencial. Entretanto, isso dependerá do curso escolhido. Se os cursos forem complementares, o investimento é bem-visto pela maioria das empresas.

Entretanto, se os diplomas são completamente díspares, como Engenharia e Psicologia, a tendência dos recrutadores é interpretar a ação como falta de foco. Por esse motivo, tal aposta é tida como um alto risco.

Para saber se vale a pena bancar essa decisão, listamos, abaixo, alguns pontos de reflexão. Veja!

Insatisfação profissional

A insatisfação com a área do primeiro curso escolhido é um dos motivos mais fortes para alguém querer a segunda graduação. Alguns fazem tal escolha muito cedo, por influência dos pais, para conseguirem uma vaga pública, uma bolsa de estudos etc.

Contudo, após a formação (e até mesmo durante o curso), essa pessoa descobre que aquela não era a melhor escolha, seja por falta de identificação ou outro motivo. Como consequência, esse indivíduo não se sentirá realizado profissionalmente, e uma pessoa que não está feliz em seu trabalho, provavelmente, não terá um bom desempenho.

Dessa forma, pensar em um novo diploma para mudar o rumo da carreira é até aconselhável, desde que a ideia seja amadurecida com cautela e haja uma verdadeira identificação com o novo campo do saber.

Promoção na empresa

A remuneração é outro motivo que pode levar alguém a considerar um novo curso. Porém, nesse caso o tiro pode sair pela culatra, pois as empresas valorizam mais os cursos de pós-graduação.

Fazer um segundo curso universitário visando a uma promoção só valerá a pena se o cargo pretendido for melhor remunerado de antemão e se houver um incentivo da liderança para tal. Antes de efetivar a inscrição, é possível fazer as seguintes ponderações:

  • Em quanto tempo, após o início da nova graduação, haverá a mudança de cargo/função? Você está disposto(a) a esperar?
  • O novo cargo é na mesma área de atuação ou em um setor diferente?
  • Uma pós-graduação também viabilizaria a promoção?
  • A empresa apoia uma nova graduação?

As respostas para essas perguntas poderão guiar melhor a sua decisão. No entanto, a questão é pessoal, ou seja, pode variar de caso a caso.

Plano B

Ter um plano B é útil em diversas situações. Serve tanto para uma crise quanto para alçar novos rumos. Até profissionais bem-sucedidos e satisfeitos com a sua área consideram o retorno à faculdade, pois isso é um investimento de longo prazo.

Há médicos, por exemplo, que ingressam no curso de Direito pensando em advogar por hospitais. “Pavimentar” um caminho alternativo é um interesse que pode exigir um diploma específico.

Como retornar aos estudos?

Após pesar a decisão na balança e concluir que o segundo diploma é a melhor opção, o próximo passo é a escolha pela faculdade e pelo modelo de ensino, pois há cursos presenciais e a distância (EAD).

Aqui, vale lembrar que o ingresso em uma instituição de ensino exigirá a realização do vestibular. E, no caso de universidades públicas, a entrada é condicionada a uma boa pontuação no Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem.

Na segunda opção, a concorrência é grande, por isso, os estudos devem começar com um tempo de antecedência, incluindo, se possível, a matrícula em um cursinho pré-vestibular.

Quais são os benefícios de dar continuidade à qualificação profissional?

Como dito anteriormente, um profissional que deseja alçar a sua carreira jamais deve deixar de se qualificar. Seja por meio de um novo curso universitário, pós-graduação, palestras, workshops etc. é interessante que os estudos façam parte do seu cotidiano.

Para quem está desempregado, há muitas opções gratuitas ou com preços mais acessíveis. A internet é uma grande aliada nesse quesito. Um bom site de buscas pode direcionar você a diversos sites com conteúdos relevantes.

Ampliar os conhecimentos é capaz de gerar melhores oportunidades de contratação, pois a demanda por profissionais de talento está sempre em alta. Desse modo, tanto uma segunda graduação quanto uma especialização têm grande valor mercadológico. O resultado dependerá, exclusivamente, da escolha feita e da sua necessidade.

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